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quinta-feira, 7 de março de 2013

CONTOS EROTICOS


FUI PUNIDA POR QUE APRONTEI


Meu nome é Lia, tenho 18 anos, e eu vou relatar a vcs como me tornei o brinquedo favorito do meu cunhado e da minha irmã. Eu morava com os meus pais em Sorocaba, no interior de São Paulo, mas andei dando trabalho pra eles, rsrs, e eles já são de idade, então em uma reunião de família, estávamos: eu, meus pais, minha irmã e meu cunhado, e minha mãe começou a reclamar de mim, foi aí que minha irmã saiu com uma grande ideia: "Pq a senhora não deixa a Lia morar comigo e com o Miguel por uns meses?", eu quase pirei, eu sabia que com a minha irmã o buraco seria mais embaixo, eu já tinha 18, ela ia querer que eu fosse pra faculdade. Implorei pra minha mãe não deixar ela me levar, mas não teve jeito, fui quase que arrastada pra Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro. Minha irmã tem 29 anos e meu cunhado tem 30, ele é filho de um dono de uma empresa aí, então os dois trabalham na empresa. Assim que chegamos ao apartamento deles, minha irmã me pediu minha mala, ela abriu a mala e pegou meu cigarro e outras coisas, eu não entendi nada, e perguntei: - Oq é que vc tá fazendo? - Não pode usar essas coisas aqui Lia. Fiquei muito puta, mas não disse nada. Os dias foram passando, e eu até que estava me acostumando. Eu sempre visitava pelo meu notebook sites de vídeos pornô enquanto eles estavam trabalhando. Eu estava vendo um vídeo de uma mulher dando pra 2 caras, eles batiam nela e metiam aquelas picas gigantes na bunda e na bct dela, ela gemia alto, comecei a me tocar nuazinha, minha pele branquinha arrepiada, meus olhos azuis se contorcendo de tesão, com meu cabelo loiro e liso caído sobre meus seios nus, com meus delicados dedos tocando minha pequena bct. Quando caí em mim, vi minha irmã e meu cunhado parados na porta do quarto em que eu estava, um certo desespero tomou conta de mim, meu coração batia forte, Miguel disse: "Nossa Anallu, vc tem uma irmã no mínimo safadinha", isso me deixou envergonhada, eu corei e abaixei a cabeça, a Anallu riu e falou: "Oq eu vou fazer com vc hein maninha? Vc dá um belo trabalho", eles chegaram perto de mim e ela continuou: "Então vc gosta de brincar né? A gente vai brincar com vc", Miguel trancou a porta e eles começaram a tirar a roupa, eu não conseguia falar nada, a voz não saía, Anallu continuava: "Fica calma, a gente vai cuidar bem de vc", e Miguel completava: "Vc só tem que fazer tudo que a gente mandar", eu fiz que sim com a cabeça, eles sorriram, Miguel veio por cima de mim, colocando a pica na minha boca, eu estava com um pouco de nojo e medo, mas comecei a chupar a pica dele, enquanto minha irmã se tocava olhando pra gente, ele segurava a minha cabeça e puxava com força contra a pica dele, eu sentia ela crescer na minha boca, então ele tirou da minha boca e disse: "Fica de 4", obedeci de imediato, ele meteu tudo sem dó na minha bct, soltei um gemido alto, minha irmã se deitou na minha frente deixando sua bct no meu rosto, não esperei ela mandar, caí de boca, estava molhadinha, Miguel me dava tapas na bunda, eu comecei a rebolar, Anallu se contorcia na cama com minha língua na sua bct, ela me dizia: "Chupa a minha bct, sua vadiazinha, chupa gostoso", eu chupava com tesão, agr estava adorando ser a vadiazinha deles, Miguel tirou a pica da minha bct e começou a enfiar devagarzinho na minha bunda, senti um desconforto, minha irmã puxou minhas mãos e as colocou nos seus seios, me deixando sem apoio, Miguel metia forte e estava doendo um pouco, minha irmã gemia alto e gozou na minha boca, lamber ela todinha me encheu de tesão, gozei tbm, rebolando na pica do meu cunhado, ele tirou a pica da minha bunda, me puxou e disse: "Quero gozar na tua boca", então forçou minha cabeça pra baixo, abocanquei aquela pica que agr estava enorme, engolindo tudo, senti ele estremecer e encher minha boca de porra. Deitamos todos na cama e nos recompomos, minha irmã então começou a chupá-lo, e Miguel me puxou pelos calcanhares e começou a me chupar, que tesão, minha irmã subiu em cima dele, cavalgando na sua pica, e ele me chupava, não aguentei muito e gozei, logo depois Miguel e minha irmã gozaram juntos. Depois desse dia nós transamos sempre, sou o brinquedinho deles, e acho isso muito sexy, fazem comigo oq querem, e eu adoro agradar meus donos.




PRIMINHO ARROMBADOR



Olá, me chamo Aleh (fictício), tenho 27 anos  sou morena 1,71 de altura 79 kg coxas grossas bunda grande e redonda seios fartos, grandes mesmo com bicos pequenos e uma paixão incontrolável por meu primo Lucas (fictício), venho de uma família  bastante conservadora onde namoro entre primos jamais foi permitido... Coisa que não impede que a Cada férias que ele tem no trabalho ele venha pra minha casa que fica numa chácara pra fodermos muito durante semanas inteiras... Vou lhes contar como foi da ultima vez que ele veio pra ca que foi a mais ou menos 6 meses. Ele mora no litoral do estado eu no interior então quando vem tem que ficar vários dias pra compensar rsrsrs.
Meu primo é mais velho que eu tem 30 anos é branco de cabelos castanhos claros tem 1,94 de altura porte de cavalo mesmo e não falo apenas do corpo mais sim do tamanho da pica dele minha bundinha que o diga... Bem  na ultima vez que ele esteve aqui eu fui pessoalmente a rodoviária busca-lo já que não temos aeroporto aqui por ser uma cidade muito pequena, minha casa fica a uns 40 minutos da cidade então da sempre tempo de conversar bastante pelo caminho... Nesse dia  ele já chegou todo aceso dizendo que tinha planejado me foder de varias formas e jeitos  no instante que ele dizia isso passamos ao lado de uma plantação de soja, ele mais do que depressa disse PARA, eu pisei no freio com tudo tomei um puta susto eu disse o que houve, ele rapidamente respondeu desce tira a roupa por que quero foder com vc aqui agora no meio do mato quero pegar vc como um cavalo pega sua égua no cio, eu imediatamente desci do carro tirei a roupa deixando a mostra meus seios grandes já duros de tesão só em pensar no que viria, ele me colocou de cara pro chão ali no meio da plantação de soja e sem nem pestanejar socou os dedos na minha buceta fazendo com que eu ficasse toda molhada, quando eu já gemia  como uma cadela implorando pica ele sorrateiramente começou a lamber meu cuzinho apertadinho que só ele havia comido na vida ele alternava hora chupando meu cuzinho e socando a língua na minha bucetinha exarcada eu gemia e mexia os quadris quase implorando pra que ele colocasse aquela pica maravilhosa toda dentro de mim, ele parou de me chupar e perguntou como eu gostaria de ser arrombada eu pedi a ele com aquela carinha bem safada que empurrasse o cacete no meu cuzinho  sem dó nem piedade queria sentir a rola dele rasgando minha bunda enquanto eu masturbava minha buceta que já tava inchada quase explodindo, ele sorriu e disse seu desejo é uma ordem minha caipirinha safada  fiquei de quatro com a bunda bem arrebitada abri bem  fiquei toda arreganhada e disse vai seu safado vadio enterra essa pica na sua caipira sem vergonha ele posicionou a cabeça da pica imensa na entrada do meu Rabo e começou a fazer movimentos forçando a entrada eu gemia ia pra frente e pra traz  tentando fazer com que entrasse, ele pedia calma e eu querendo sentir aquele pedaço de carne me rasgando, quando ele sem avisar empurrou aquela pica maravilhosa de mais de 24 cm toda dentro do meu rabo começou a socar como um desvairado fazendo eu gritar como uma vadiazinha ele me comia freneticamente socando a pica com vontade eu gemendo e dizendo que ia gozar ele me dava tapinhas na bunda e dizia goza pro teu macho vá eu comecei a rebolar bem forte na pica dele quase chorando  de tanto tesão soltei um grito e disse me fode seu fdp que eu to gozando ele nesse momento socou bem forte e fundo fazendo com que eu tivesse um orgasmo maravilhoso eu respirava ofegante e dizia quero sentir vc despejando sua porra no meu rabinhoquero sentir vc inundando minha bunda com seu leite ele gemia com um touro bravo  dizendo que não aguentava mais eu implorando pra ele me encher de porra... Ele socando forte soltou um gemido quando senti sua pica dobrando de tamanho latejando sem parar  enchendo meu cu com aquela delicia quente ficamos ali por alguns minutos engatados como um casal de cães foi ótimo quando ele retirou a pica meu cu piscava  derramando porra por minhas pernas, nos beijamos vestimos as roupas as gargalhadas e fomos pro carro ele me acariciava e dizia imagina com vão ser boas essas ferias, amanha quero tomar banho de cachoeira priminha rsrsrs, fomos pra minha casa eu precisava de um banho pra me recuperar pois as ferias prometiam ele veio pra ficar 20 dias na chácara imagina quantas historias eu tenho pra contar pra vcs... mais isso é assunto pra outro dia, beijos bem gostosos a todos :)





MEU PAI,MEU HOMEM...





Olá, me chamo Daniele, tenho 21 anos, venho de família holandesa e cresci em uma colônia fundada por imigrantes neerlandeses, no estado do Paraná. Sei que muitos criam conta em sites como esse e leem conformados de que não são contos realmente verídicos. Mas eu a pouco tive uma experiencia nada convencional e resolvi escrever sobre ela.  Estou cursando meu último semestre em um curso na UFPR e sempre que posso passo os feriados e alguns fins de semana no sitio onde onde cresci com meus pais e meu irmão. Sou a caçula e meu irmão atualmente vive em outro país.  Meus pais nunca tiveram uma relação sadia, mas sempre se mantiveram casados por comodidade, eu imagino. Eles se casaram muito jovens, logo que minha mãe engravidou do meu irmão mais velho. Mesmo assim desde pequenos, meu irmão e eu sempre soubemos que meu pai mantinha casos extra conjugais com moças mais novas que também poderiam ser filhas dele, mas minha mãe nunca se importou. Acho que ela até preferia, não tinha saco pra se cuidar e ser sempre a esposa que um marido precisa pra não procurar outras lá fora. Recentemente eles resolveram finalmente se separar agora que os filhos estão crescidos e seguindo cada um seu próprio caminho.  Mamãe se mudou para casa da vovó, e papai para Curitiba como eu. Mas antes, agora no último feriado (12/10) resolvi ajudar ele com o resto da mudança para que pudéssemos vir para a capital no mais tardar na terça-feira.  Sempre fui muito próxima dele, nunca tivemos uma relação pai e filha. Claro que sempre o respeitei, mas vendo ele muito mais como um amigo do que como um pai.  Sem falsa modéstia sei que sou muito bonita como muitas das meninas que vivem na região sul do pais. Em partes agradeço isso a minha descendência. Sou loira, tenho olhos claros e cheguei a frequentar academia durante um tempo, mas não tive paciência. Sou adepta das caminhadas e tenho uma boa alimentação. Sempre gostei de me cuidar, habito que herdei do meu pai. Tenho seios durinhos e um bumbum empinadinho. Enfim, nunca reclamaram do meu corpo, muito pelo contrario rs. Papai sempre teve muito ciúmes de mim e nunca lhe apresentei um namorado, mas nunca escondi os meninos com os quais eu ficava. Como eu disse sempre fomos próximos e por isso conversava com ele coisas que outras meninas sempre conversam com a mãe.  Quando perdi a virgindade ele foi a primeira pessoa para quem contei, até mesmo antes do que pra qualquer amiga. Lembro dele ter ficado surpreso, mas quis saber detalhes que realmente, atitude que me deixou com vergonha mas ele era acima de tudo meu amigo e eu não lhe escondi nada. Apenas o poupando de alguns detalhes, afinal ele era meu pai. Criamos desde cedo uma intimidade que nunca vi pai de amiga alguma ter com elas. Ele costumava dar tapinhas na minha bunda de brincadeira, quando nos encontrávamos pelos corredores da casa e eu retribuía beliscando a dele. Algumas vezes nos cumprimentávamos com selinho. Meu pai é um coroa enxuto, eu diria. Tem lá seus 40 e poucos anos mas sempre muito vaidoso e cuidando de sua saúde com bons hábitos. Detesta mulher mal cuidada e com certeza por isso procurou as novinhas lá fora durante tanto tempo. Tudo o que aconteceu entre nós nessa última visita teve inicio numa conversa boba enquanto organizávamos as ultimas caixas para a mudança. Ele me perguntou o que eu acharia dele arrumar uma namorada de verdade, sem precisar esconder de ninguém agora que está se separando da mamãe. Me subiu o sangue, senti um ódio imensurável ao pensar que meu pai poderia acabar vivendo com uma mulher que tivesse praticamente minha idade. Ele era meu, nem mesmo minha mãe agia como esposa dele. Imagine aceitar uma qualquer de fora. Disse que era ridículo e não aceitaria aquilo nunca. Levantei e fui para o meu quarto deitar. Como de costume tirei minha roupa e me deitei apenas de calcinha e sutiã, apesar do frio que faz na região durante a noite.  Acordei na manhã seguinte após sentir algo nas minhas pernas. Era meu pai, me fazendo carinho. Me alisando da panturrilha até a coxa. Estava deitada de bruços e me virei rapidamente. Eu estava descoberta, mas como meu pai sempre me viu de biquíni, não vi problemas em levantar assim mesmo. Sentei na cama e me perguntei o que ele estava fazendo. - Eu vim me desculpar. Ele disse isso e algumas outras coisas sobre o quanto sentia muito por ter pensado em colocar outra mulher na vida dele assim tão rápido e olhava pros meus seios saltando do sutiã preto ao invés de olhar nos meus olhos enquanto dizia.  Confesso que me senti estranha e ao mesmo tempo excitada ao notar que ele não tirava os olhos do meu corpo. Não nego que sempre gostei que me notassem e mesmo ele sendo meu pai... Bom, sei lá. Eu disse que conversaríamos melhor, mas depois. Pedi para ele preparar o café e levantei. Senti que ele não tirava os olhos da minha bunda enquanto eu estava de quatro no chão procurando meu par de chinelos debaixo da cama. Encontrei e fui tomar meu banho.  Durante o banho eu me masturbei como de costume pelas manhãs, mas me peguei pensando na forma como meu pai havia olhado meus seios, quase que os devorando e enquanto eu fazia rápidos movimentos com um dedinho na minha xaninha logo introduzi outro, imaginava ele avançando em mim naquela hora, caindo de boca e antes de completar esses pensamentos cheguei ao meu ápice. Dei um gemido um pouco mais alto e me preocupei que ele pudesse ter ouvido.  Sai do banho e lá estava ele, com minha gaveta de calcinhas abertas. Só lembro de ter tido uma reação: - Pai! Ele logo virou pra mim colocando algo no bolso do roupão, provavelmente uma das minhas calcinhas, pensei. Não me dei ao trabalho de perguntar o que ele estava fazendo lá, apenas disse que precisava me vestir e ele saiu.  Enquanto me trocava pensei nas coisas estranhas que estavam acontecendo. Meu pai me olhando daquela forma, meus pensamentos no banho e até mesmo na minha reação na noite anterior. Ele era meu pai, mas novamente eu estava sentindo um tesão enorme em toda essa situação, principalmente em imaginar o porque dele roubar uma calcinha minha. E isso me fez ver que aquilo não era um comportamento de um pai. E nem o meu de uma filha. Ele me olhava diferente e eu tinha finalmente percebido isso. Decidi então iniciar um jogo. Vesti um fio-dental preto que tinha apenas uma correntinha na parte de trás e era transparente na frente, deixando assim minha periquita lisinha a vista. Um sutiã com bojo e rendado também preto, e um vestidinho curto e levinho já que não pretendia sair de casa. Deixei meu cabelo solto como ele gostava e caminhei até a cozinha.  Lá estava ele sentado na mesa, ainda de roupão me esperando pro café. Lembro de ter me perguntado se ele ainda estaria com minha calcinha no bolso.  - O que tem para o café, papai? Perguntei sorrindo e ele percebeu que estávamos bem outra vez.   Ele fez questão de dizer que eu estava linda, como sempre fazia. - Você vai sair?  - Não, quero passar o fim de semana todinho com você, papai. Fui para pegar um copo no armário e pude sentir meu vestido que já era curtíssimo levantar. Gostei daquilo, fingi procurar um corpo e em especial e pude sentir que ele gostava do que via. Logo ele chegou pro trás me abraçando e perguntando se eu precisava de ajuda. Soltei a prateleira do armário que eu segurava e levei suas mãos pra cima do meu peito e não demorou pra eu sentir algo atras de mim que não era o nó de seu roupão. Me virei para abraçar ele e passei a mão em seu bolso pra ter certeza de que minha calcinha ainda estava ali. E sim, ainda estava. Parti o abraço e perguntei pra que ele precisava daquilo. Senti ele corar completamente e por instinto apenas pulei no pescoço dele o segurando bem forte e dando um selinho nele que logo se transformou num beijo. Num saboroso beijo. Não sei descrever a sensação. Foi como se eu tivesse beijando alguém pela primeira vez de novo, meu corpo todo tremeu e pude sentir o coração dele disparar.  Ele separou o beijo e eu pedi desculpas saindo pro meu quarto. Não demorou muito até ele ir me procurar.  Eu estava deitada e ele então sentou do meu lado se aproximando e dessa vez ele me beijou. E foi infinitamente melhor. Ali eu soube o que ia acontecer. Meu pai e eu. Sim, nós dois.  Eu não tive tempo pra pensar se era certo ou errado, se era pecado, o que as pessoas pensariam se soubessem. Eramos apenas um homem e uma mulher. Eu senti ele levantando meu vestido e vindo para outro beijo. Tudo foi muito rápido, num instante ele tava tirando meu vestido e no outro nós nos beijávamos ferozmente, enquanto eu estava só de calcinha abrindo seu roupão. Fiquei surpresa ao ver que ele estava nu e mais ainda com o que tinha ali em baixo. Era um pênis enorme, não sei as medidas, não me interessa. Só sei que era grande e vermelhinho. Aquilo pulsava e não demorou muito pra eu cair de boca. Não nego que já tive muitas experiencias em oral mas nada se comparava aquilo. Tinha um gostinho especial. Eu lambia toda a extensão do pênis do papai, segurava as bolas, chupava e por vezes até dava umas engasgadinhas. Ele alisava meu cabelo e dava gemidos abafados. Não demorou até ele gozar tudinho na minha boca, e eu claro, engoli como uma boa putinha faz. Logo me encontrei já sem calcinha em um 69 com ele. Ele chupava todinha, fazia movimentos com a língua, como se tivesse girando la dentro e eu com minha boquinha no seu pau chupando todinho e rebolando na sua boquinha. Em algum momento eu parei de chupar, eu só queria gemer, gemer, gemer e quanto mais eu gemia mais deliciosamente ele chupava. Meu pai estava ali me proporcionando o maior prazer da minha vida até que eu gozei. Ele engoliu todo meu melzinho e me deitou pro lado oposto da cama, segurando na minha cintura e posicionando seu pênis na entrada da minha vagina. Não tinha entrado nem metade e eu gritava de prazer. Apesar de não ser mais virgem a muito tempo nada se comparava aquele cacete enorme que estava dentro de mim. Por alguns segundo eu pensei em como minha mãe se sentia, mas logo desviei os pensamentos. O momento era nosso. Agora havia entrado tudo. Ele dava estocadas fortes e chupava um dos meus seios enquanto apertava forte o outro. Eu apenas gemia e gemia. Foi quando eu quebrei o silêncio que havia naquele quarto e disse: - Vai paizinho, mete com tudo na sua princesinha. Foi tudo que eu precisei dizer pra que ele aumentasse as investidas e gozássemos mais uma vez, dessa vez juntos. Senti aquele jato de porra escorrendo até o meu cuzinho até então virgem e não pensei duas vezes em pedi pra ele me foder. As mulheres sempre dizem que a primeira vez anal é ainda mais especial que qualquer outra iniciação no sexo e não pensei em ninguém mais especial que meu próprio pra pai para tira-la de mim.  Fiquei incrédula quando vi que aquele pênis já estava enrijecido ali na minha frente de novo e cai de boca outra vez.  Não demorou até ele me colocar de quatro e falar comigo pela primeira vez.  - Se doer você me avisa, minha linda. Ele lubrificou bem meu cuzinho com seu cuspe e foi quando começou a meter. Primeiro a cabecinha e eu já dei um gemido abafado de dor.  Era algo suportável e prazeroso por isso o deixei continuar ate algo como a metade e ele começou movimentos de vai e vem.  Eu segurava meus seios com força e gemia alto num misto de dor e de prazer. Não demorou pra eu pedir que ele enfiasse mais e logo eu estava acostumada com a dor e gemendo só por prazer pedindo pra ele ir mais rápido. - Ta gostando né? Me dava leves tapinhas no bumbum Tá gostando. A cada tapinha eu sentia mais tesão. A sensação toda de estar ali com meu pai era indescritível. Algo ali me fazia se sentir mais mulher.  Eu gemia com o dedinho na boquinha até que eu não aguentei mais e começei movimentos alisando meu clitóris. Foi quando senti papai gozar tudinho dentro de mim.  Um liquido quente escorria nas minhas pernas, me dando mais tesão. Eu só conseguia pensar em mais. Foi quando fui ate uma das gavetas que ficava ao lado da minha cama e tirei de lá um vibrador. Vibrador que papai sabia que eu tinha e não demorou muito até ele dizer que sempre quis me ver usando. - Quer me ajudar com isso? Eu perguntei e ele veio se ajoelhando na minha frente que colocando minhas pernas sobre seus ombros começando movimentos com meu vibrador na minha xotinha que parecia piscar.  Ele fazia movimentos de vai e vem, enquanto alisava meus seios e as vezes meu clitóris. Então eu gozei. Eu desmontei e virei pro outro lado. Ele se deitou atras de mim em forma de conchinha.  Quando eu acordei já estava de tarde e ele não estava do meu lado. Ouvi o barulho de chuveiro e fui até lá "ajudar" o papai. Tivemos algumas mãos bobas durante o banho, enquanto um ajudava o outro a se lavar, houveram apenas algumas risadinhas, beijinhos, mas nada demais. No resto do dia e durante o fim de semana não existia mais ali o pai e filha. Passamos esse feriado vivendo como um casal que mora junto. Cozinhei pra ele, vimos filmes e no dia seguinte saímos para almoçar numa colônia a algumas horas dali, para que ninguém pudesse ver a gente e podemos andar de mãos dadas e nos beijar como um casal de namorados apaixonados faz. E claro, fizemos muito amor. Talvez eu até relate em outro conto alguma outra hora. No domingo ele me deixou na casa da vovó, para ver minha mãe antes que viéssemos para Curitiba.  Chegamos aqui ontem, segunda-feira. Ele está em seu apartamento e eu no meu.  Ainda não sei como vão ficar as coisas daqui pra frente, talvez ele até venha morar comigo. Quem sabe, afinal? Tudo que sei é que eu não me arrependo. Eu amo meu pai e posso dizer que ele é o homem da minha vida. 





MAMÃE GOSTOSA




Olá me chamo Pedro, este conto aconteceu a três meses atrás quando fui visitar a minha mãe. Eu sou considerado galinha e um cara muito safado mais sempre respeitei muitos as mulheres da minha familia.. quando viajei pro interior de São Paulo pra visitar meus pais não imaginava que tal acontecimento iria mudar minha vida. Ao chegar buzinando desesperadamente na casa dos meus pais tive a presença ilustre da minha mãe que por sua cara estava animadissima afinal faziam meses que não nos viamos só que ela estava mudada, estava mais magra e bem mais feita o que me deixou louco naquela mesma hora. Saí do carro e fui logo em sua direção me deparando com aquele mulherão dei um abraço na mesma e um beijo e ela com os braços entrelaçados em minha cintura ali ficou. Perguntei onde meu pai se encontrava e ela falou que ele tinha ido morar com outra mulher nesse momento entrei furioso em casa e não conseguia aceitar tal acontecimentos, ela não demorou muito e veio conversar comigo falando que o casamento já não era o mesmo e que ja sabia que aquilo iria acontecer. Cheguei perto e com a mão em seu rosto falei que iria cuidar dela e se fosse preciso voltaria a morar com a mesma, ela na mesma hora disse que não que queria viver sozinha e sim se surpreender com cada visita minha. Naquela hora não sei o que me deu, mais minha vontade era agarrar a mesma e usufruir daquele corpo que com seus 40 anos surpreendia quem a olhava. Fui deixar as malas no quarto onde eu costumava dormir e logo desci me deparando com a mesma preparando um lanche para nós e perguntei se ela ja havia se envolvido com algum homem depois de meu pai e ela disse que não que estava bem daquele jeito e não queria se desapontar novamente. Fomos para sala e ficamos lá um bom tempo ate escurecer, ao escurecer ela sobe para o seu quarto e aproveito para mudar o canal deixando em um de sexo explicito começo ali uma gostosa punheta, vou dando gemidos abafados para ela não escutar.. so que passado algum tempo escuto um barulho e tento desvendar de onde teria saido ao passar pela porta do banheiro vejo pela brecha minha mae deitada no chão desfalecida pois tinha acabado de se masturbar e sim ela estava gozando.. ela olha pro lado e me ver e com a cara de espanto tenta cobrir sua xota que estava inxadinha, falo pra ela nao se preocupar e peço desculpas por atrapalhar, volto pra sala correndo logo seguido por ela e ela diz: não se preocupe eu lhe vi batendo punheta e aquele gesto me deixou completamente excitada não pude conter. Aquilo me deixou perplexo pois percebi que ela tinha ficado interessa, passado alguns minutos fomos para o quarto e eu não conseguia dormir com aquela imagem em minha mente, entao me levantei e fui ate o seu quarto minha mãe estava deitada de barriga pra cima e as pernas abertas com a xota a mostra, sim ela não estava de calcinha, vi aquela imagem e me aproximei subi  na cama com delicadeza e levantando sua camisola aproximei meu rosto deu seu sexo e comecei a cheirar a passar a lingua, abri seus labios com meus dedos e encontrei o clitoris que estava durinho e comecei a pincelar, então ela começa a falar: vai Pedro, me come, tiro rapidamente o rosto dali e vejo que ela continua dormindo só que sonhando, saio do quarto correndo como se não tivesse acontecido nada. De manhã fui tomar banho mais o banheiro ja estava ocupado ao sair da porta me surpreendo. Pedro entra aqui, vem tomar banho com a mamãe, atendi seu pedido e fui.. tiro a roupa e entro no boxe e foi ali que percebi que era a hora de atacar, peguei a esponja e fui passando em seu corpo deixando meu pau as vezes sarrar em sua bundinha gostosa ao deixar a esponja de lado fui passando a mao pelo seu corpo e ela sem negar apenas calada me deixava cada vez mais louco, passei o polegar pelo seu rego e ela virou pra mim neste exato momento, eu sem pestanejar peguei sua mao e coloquei sobre meu pau fazendo os movimentos vai e vem logo soltando e ela foi me obedecendo, ela bateu uma punheta pra mim ali ate eu gozar, ergui minha cabeça pra frente abaixando um pouco e comecei a mamar naqueles seios médios, fui chupando, mordiscando, pincelando seu biquinho, ela me empurra e agacha segurando meu membro e abocanhando o mesmo e começa uma deliciosa chupeta já não aguentando solto um jato de esperma em sua boca e engole tudo. Ao ver a mesma levantar pergunto se ela quer sair dali e ela imediatamente sai em disparate, ao ir atras a vejo deitada em sua cama: Vem Pedro mata essa minha vontade obedecendo a mesma vou por cima dela encaixando meu pau em sua xota molhada, vou socando durante uns tempos ate encher aquela buceta de porra, ao deixar ela toda molhada ela se vira ficando de quatro, passo bastante cuspe em seu rego e estocando meus dedos em seu cu, quando menos espero ela fala: mete logo esse pau, quero te sentir, obedecendo novamente vou sarrando a cabeça do meu pau no seu rego e vou enfiando lentamente ao perceber que nao fala nada enfio de uma vez deixando ela quieta e calada por um tempo, vou socando cada vez mais rapido enquanto ouço ela gemer alto, então eu gozo em seu cuzinho.. viro ela novamente de frente deixando suas pernas bem abertas e vou agradecer pela manhã, começo a chupar aquela buceta como se fosse uma boca vou metendo varias linguadas ate fazer ela gozar em minha boca provando aquele delicioso mel e desde então ela se tornou minha amante..





FANTASIAS COM A MINHA FILHA







Desde que parti em viagem há mais de quatro meses, não sei o que é estar com uma mulher na cama. Todo esse tempo visitando cada unidade da empresa pode até ser muito gratificante profissionalmente, mas meu lado pessoal estava gritando de desespero. Fui pai aos 16 anos, mas meu casamento durou pouco tempo devido à minha imaturidade, somado ao trabalho que hoje me consome quase todo a minha atenção e meu tempo, e com isso tudo mal vejo minha filha, que hoje tem 25 anos. O trabalho me envolvia tanto que eu mal tinha tempo para procurar alguém interessante até mesmo para uma noite de sexo casual, e a ideia de me envolver com prostitutas nunca me encantou. Eu gosto daquele toque de magia, conversas, cumplicidade, sedução e olhares, mesmo que dure apenas uma noite. Naquela noite eu estava pronto para sair, decidindo os últimos detalhes, quando o interfone avisa que minha filha me aguardava na recepção do hotel. Um balde de água fria nos planos de caça daquela noite, mas realmente eu havia combinado com ela esse encontro, já que não nos víamos há muito tempo. Ela havia sido contratada pela empresa há menos de um ano, e sem dificuldade chegou numa posição onde, assim como eu, era enviada para todo o canto, em parte graças às dicas e recomendações que eu havia cuidadosamente dado à ela, em parte graças ao seu preparo e competência que mostrou em campo, embora eu ache que um dos principais ingredientes dessa fórmula foi também seu charme e beleza. Avisei que estava descendo e a encontrei me esperando no saguão. Meu Deus... ela estava simplesmente deslumbrante. Morena de cabelos lisos até quase o meio das costas, devidamente penteada para dar mais volume, uma calça colada marcando bem o corpo e uma blusa decotada, além da maquiagem que realçava seus olhos e lábios de maneira especial. Aquela era uma boca carnuda que eu devoraria sem a menor dificuldade se ela não fosse minha filha, especialmente na estiagem sexual em que eu me encontrava. Mal podia imaginar que aquele pensamento tinha sido apenas o primeiro de uma série que eu jamais poderia imaginar o desfecho. - Preciso de um favor muito especial hoje... sabe aquele cara que eu comentei que não sai do meu pé? Ele programou para viajar junto comigo e não me larga. Lembrei da nossa conversa de alguns dias antes pelo celular, e mais ao fundo vi o rapaz que ela queria despistar. Ele devia estar louco por aquele ela, e eu entendia bem o que ele devia estar sentindo: ela era um monumento, algo realmente de parar o trânsito. Como nós não trabalhamos na mesma sede, ele nem devia fazer ideia de quem eu era, mas dava pra notar que ele estava incomodado com a minha presença ali. - Eu comentei com ele que para hoje à noite eu já tinha arrumado alguém que desse conta de mim, mas eu acho que se ele não me vir acompanhada, não vai acreditar e não vai desgrudar de mim. Ouvir aquelas palavras vindas dela me tiraram um pouco da realidade. ?Precisa ser muito homem para dar conta disso tudo aí direitinho?, pensei eu, admirado com a beleza de seu decote, e por um instante fiquei imaginando ele desabotoado, revelando tudo aquilo que sua blusa insistia em esconder. Ela então me abraça pela cintura e me puxa bem colado ao seu corpo. Entrando no jogo, deslizo a mão por seus cabelos e costas, segurando bem firme pela cintura enquanto parava no pescoço, pronto para dar uma bela fungada nele. Fiquei totalmente arrepiado! Isso foi suficiente para o rapaz se mandar, e ela me pareceu mais aliviada depois disso, saindo logo depois em busca de um taxi para nós. Se antes eu já não estava normal com a presença dela, tê-la em meus braços daquela forma por um instante mexeu um pouco comigo, e mesmo sendo o pai dela, enquanto a via caminhando toda charmosa, eu me peguei imaginando o que mais aquelas roupas escondiam... - Agora você está livre para a noite... Aquele cara não deve te incomodar tão cedo. - Eheheh... Quem sabe agora eu tenha alguns dias de sossego! Convidei-a para jantarmos, e como estávamos num dos bairros mais gastronômicos da cidade, achamos um lugar gostoso sem maiores dificuldades. Conversamos a noite inteira, saboreando o cardápio especial da casa e um bom vinho recomendado pelo maitre. Começamos a lembrar de historias gostosas de sua infância e adolescência, suas descobertas, conquistas, amores e paixões. Comentei como ela havia se tornado uma mulher especialmente linda e atraente, e ela me perguntava, entre outras coisas, como andava meu coração. - Não é fácil achar alguém que seja especial e que conviva bem com essa nossa vida de aviões e hotéis. Só mesmo se for alguém de dentro desse nosso mundinho, e você sabe que aqui não tem muita gente que valha a pena compartilhar nossa intimidade. Com isso, nossa busca acaba se limitando a um bom sexo, já que o coração acaba ficando em segundo plano nessa corrida. Você está começando agora, mas já deve ter percebido bem isso. - Exatamente... eu até consigo levar um cara pra cama, mas já na manhã seguinte eu quero mais é que ele caia fora o mais rápido possível. Não suporto conviver com alguém que não saiba conversar e me envolver. - Se bem que olhando pra você, não precisa fazer muita força para levar alguém pra cama, né? - Quem te escuta falando isso pensa que com você é diferente! Olha bem, boa parte desse corpinho aqui que você esta elogiando é herança genética sua mesmo... Realmente, ela havia de longe colocado a mãe no bolso, que nem mesmo em seus tempos áureos chegava perto do esplendor que ela agora exibia, mas confesso que ouvir essas coisas da boca da minha filha mexeu de novo comigo, e fiquei imaginando ela usando apenas uma lingerie, de quatro à meia luz numa cama, me olhando nos olhos apoiada sobre os cotovelos. - Uma coisa é ter um bom equipamento, e a outra é saber usá-lo. Será que você sabe cuidar disso tudo? - Eu separo bastante minha vida pessoal da profissional, e ao contrário do que muitos pensam, eu felizmente nunca precisei de favores de sofá para crescer na empresa. Mas entre quatro paredes, eu levo o parceiro que eu escolho e pratico com ele meus segredos, que até esse momento tem mostrado bons resultados... Fiquei imaginando que segredos que minha filha guardaria na manga para usar na cama com seu parceiro, e depois dei uma boa risada, concluindo que a última coisa que ela provavelmente vestiria naquele momento seria algo com mangas. Puxando pela memória, lembrei de que nos raros encontros que tivemos ao longo da última década, nunca a vi em trajes menores, e isso reforçou minha dúvida anterior sobre o que aquelas roupas esconderiam. Do que eu poderia avaliar, em seu ritual de sedução ela nunca abriria mão de um belo decote, pois ela sabia o quanto seus seios sempre foram objetos do desejo de todos os machos à sua volta, hoje até incluindo a mim mesmo nessa lista. Fui saber depois que ela realmente tinha se arrumado para sair à caça naquela noite, sem que eu pudesse imaginar quem seria sua presa. Ficamos então conversando sobre outros assuntos mais amenos até a hora em que percebemos que os garçons precisavam fechar a casa. Ela viajaria na manhã seguinte para a próxima unidade, e cruzando nossas agendas vimos que em alguns dias estaríamos novamente juntos, quando então poderíamos marcar um outro jantar. - Mas só vamos sair se você não tiver nada agendado com alguém especial, ok? - Sua bobinha... essa pessoa especial já está na minha frente nesse instante! ?Pena que com roupa demais...? Ingenuidade minha acreditar que esse pensamento era exclusivamente meu, mas ela só viria a me confessar isso bem depois. Enquanto aguardávamos o taxi de volta, ela se aconchega em mim e eu a abraço por trás. Aquele corpo colado no meu, depois de toda aquela conversa, resultou numa ereção imediata e inevitável, e eu apenas cuidei de me afastar dela o suficiente para ela não sentir a cutucada. Considerando que nunca a tinha visto de biquíni, minha imaginação atroz me leva para um quarto onde ela dançava sensualmente de costas, num biquíni sumário e apoiada numa parede, e os detalhes ficam por conta da minha exclusiva imaginação, já que não tinha ideia exata do que ela usaria para ?encher o biquíni?. Nada de especial naquela semana, apenas muito trabalho e nenhuma mulher interessante para eu levar pra cama, por mais que eu procurasse. Aquilo já estava me causando uma certa angústia, nunca tinha ficado tanto tempo sem sexo. Trocamos algumas ligações e mensagens ao longo da semana, e finalmente na sexta, embarquei para cidade onde ela estava, onde eu acreditava que conseguiria descontrair um pouco mudando de ares e pensamentos, principalmente tirando o atraso de sexo em que eu estava. Assim que pousei, liguei confirmando com ela o jantar já para aquela noite, para não perder um único instante ao seu lado. Passei no meu hotel para deixar a bagagem e logo depois cheguei na recepção do hotel onde ela estava hospedada. Fui anunciado e fiquei no balcão aguardando ela descer, quando então vejo o mesmo rapaz da semana anterior, tomando algum drink no snack-bar do saguão. Naqueles segundos que nunca acabavam, fiquei tentando adivinhar como ela estaria produzida naquela noite, e imaginei que um baby-doll com duas gotas de perfume ficaria perfeito nela. ?Eu preciso urgente de uma mulher... SOCORRO!? Ela saiu do elevador ainda mais linda e maravilhosa, eu mal podia acreditar que ela era a minha própria filha. O tubinho branco sem calcinha que ela vestia modelava cada curva de seu corpo, e o cabelo preso por um daqueles palitos japoneses permitia admirar aquele lindo pescoço por inteiro. Mais uma vez me peguei vendo-a como uma fêmea, fantasiando rasgar aquele vestido ali mesmo na recepção. ?Realmente, preciso catar logo uma mulher senão vou pirar, e tem que ser URGENTE...? Fiz sinal para ela sobre o rapaz, e ela chegou sussurrando ao meu ouvido para eu sustentar o jogo que ela ia começar de novo, senão o cara não ia mesmo largar do pé dela. Eu estava me divertindo em ajuda-la a se livrar dele, principalmente sabendo que isso me renderia mais uma noite ao lado daquela princesa. Para a minha surpresa, ela então me rouba o fôlego com um longo e delicioso beijo. Nem sei se foram cinco segundos ou cinco horas, mas aquele beijo, vindo de uma mulher tão linda, perfumada, bem vestida, toda produzida e extremamente sexy, me tirou do chão, e por alguns segundos esqueci que aquele tesão era minha própria filha. Segurei forte pela cintura e nuca e retribuí seu beijo, onde sua língua ficou passeando pela minha boca. Minha imaginação viajava longe, e podia quase sentir aquela boca me pagando um boquete fantástico. Segurei então pelos cabelos e a conduzi novamente para me permitir uma boa exploração do seu pescoço. Não apenas o rapaz, mas toda a recepção parou para ver aquilo, e sem demora saímos dali, pegando um taxi para o restaurante. - Agora eu acho que ele não vai te incomodar tão cedo... - Creio que sim, e parece que teve alguém que gostou pra cacete daquele beijo! - Como assim??? - Grudado do jeito que a gente estava, não deu pra eu ignorar esse volume aí entre suas pernas. Olhei para baixo e vi que a minha ereção ainda estava lá. - Tá, eu gostei mesmo, e a iniciativa foi toda sua! Faz tempo que eu não pego uma mulher desse jeito, e apesar de você ser minha filha, devo admitir que você é uma femme fatale e eu não tenho sangue de barata. Aliás, cuidado, porque daqui a pouco seu vestido vai furar... Os bicos de seus seios denunciavam que eu não era o único que havia curtido aquilo, e mais tarde ela me confessou que aquilo mexera com ela, não apenas espetando seus mamilos mas também deixando-a molhadinha, e a continuidade não seria muito fácil de esconder, já que estava sem calcinha. O resto da noite foi normal, conversando sobre trabalho, amenidades e a festa de Natal que estava chegando, onde toda a família sempre se reunia. - O duro dessas festas é todo ano ver meus primos me comendo com os olhos e fingindo o contrário. Fica aquele clima chato e acaba nem dando muita vontade de ir pra lá... - Chato por eles te desejarem ou por não irem até o fim? - Quando estou com vontade, sexo é bom de qualquer jeito, e creio que poderia ser assim até mesmo com um deles. Mas ali ninguém me desperta aquele fogo que me sobe pela espinha, minha kundaline... - Você está bem tântrica hoje, não? Mas eles são sangue do seu sangue. Isso não é complicado? - Acho que não... namorar, casar e ter filhos com parentes com certeza ia ser complicado, tanto social quanto geneticamente. Mas eu estou falando de rolar uma ou duas horas na cama com um homem que sabe conduzir isso, e como disse antes, se pintasse mesmo um clima, eu provavelmente não evitaria. Seria muito melhor se fosse com alguém mais maduro, charmoso e viril... Seu silêncio tomando um gole do vinho, seguido de um olhar penetrante na minha direção, deixou claro nas entrelinhas quem ela gostaria que fosse essa pessoa, e é desnecessário dizer que minhas fantasias já estavam a mil, imaginando ela deitada num tapete coberta apenas com pétalas e com uma de suas pernas completamente estendida pra cima. Na volta para o hotel, antes de descer do taxi, ela me fita por um longo instante, e depois dá uma respirada profunda, fechando os olhos e soltando seus cabelos, balançando a cabeça de um lado para o outro para ajeita-los. Acariciei seu rosto, admirando sua beleza iluminada pela luz da lua que entrava pela janela, e fiquei alguns segundos sem ação diante dela, com a rola dura quase pulando pra fora da calça. Joguei seu cabelo por trás de uma orelha e dei então um selinho carinhoso de boa noite, para tentar esquecer essas ideias, mas ela descaradamente segura meu rosto e estica aquilo por bons segundos, finalizando com a pontinha de sua língua em meus lábios. Ela estava me provocando, mesmo eu tentando ignorar aquilo, e fazendo cada vez menos questão de esconder isso. Na minha cabeça, a pergunta da vez era qual seria a expressão em seu rosto no momento em que ela gozasse... Depois de deixa-la no hotel, continuo à caça pela noite adentro, mas nenhuma mulher que encontrei mexeu comigo, principalmente com todas aquelas imagens me vindo à lembrança. Sem chances de levar nenhuma delas pra cama. Paciência, mais uma noite sozinho! Nos encontramos no dia seguinte, e como era primavera, ela estava com roupas bem leves e resolvemos tirar a tarde de sábado num parque próximo ao hotel dela, tentando recuperar um pouco da leveza que a cidade nos rouba diuturnamente. A paz e tranquilidade daquele passeio, com direito a sorvete, boas conversas e risadas, iria mudar radicalmente em poucos instantes. Ao passarmos perto de uma fonte, uma feliz combinação de vento com um jato forte de água encharcou completamente sua roupa, simplesmente me fazendo travar com a cena! Aquela menina, ou melhor dizendo, aquele total e absoluto tesão de mulher, estava sem soutien e seu top ficou praticamente transparente, me fazendo perder a respiração por alguns instantes. Ela se abaixa pra pegar a bolsa que havia caído no chão, e então pude observar melhor suas curvas, quadris, pernas, seios e tudo mais. Nesse momento me caiu a minha ficha de que ela era muito gostosa mesmo, e eu entendi porque não conseguia pensar em outra mulher: ela havia ocupado o espaço de todas as outras. Com aquela água toda, fantasiei ela no chuveiro e me imaginei encaixado por trás dela, ensaboando todo seu corpo... ?Alea jacta est!? - Vamos rápido pro hotel, pra você se trocar... Corremos para o hotel e eu a acompanho até o apartamento, onde vejo ela se despindo: sua sandália, bermudinha, top e por fim a calcinha, todos ensopados, sendo tirados em câmera lenta na minha cabeça e me dando um flash privilegiado daquele corpo delicioso, antes dela entrar para uma ducha rápida. Se antes eu já a achava encantadora, agora ela tinha sido devastadora, superando longe todas as expectativas que eu imaginei em minhas fantasias. Logo saiu do banheiro num roupão azul escuro me perguntando: - O que eu devo vestir? Tem ideia de onde podemos ir hoje? Ia sugerir algum cinema, restaurante ou teatro, mas na verdade nem eu nem ela estávamos com vontade de ir a canto algum naquele instante... Descaradamente nós dois queríamos ficar ali para ver até onde a coisa ia chegar! - Nem se preocupe. Vamos curtir um pouco de TV, ainda é cedo e depois a gente vê o que faz. Ela seca o cabelo e logo depois se aconchega do meu lado, correndo os canais atrás de algo interessante. Eu já tinha perdido completamente a noção, estava descaradamente nutrindo desejos por ela. Ela então se ajeita melhor, me abraçando e colocando a cabeça no meu peito. - Nossa, faz muito tempo que a gente não curte um momento pai e filha assim, hein? - Acho que desde que você era uma menininha ainda... é tão bom ter você aqui comigo! Enquanto a TV exibia alguma comédia romântica, ela se aconchega em mim, e eu começo a acariciar seus cabelos num cafuné, sentido todo o seu perfume, e ela parece gostar do carinho. Vou percorrendo bem de leve seu pescoço, percebendo seu arrepio, e continuo pelo ombro, puxando de lado o roupão. A simples hipótese daquele roupão se abrindo lentamente, deixando cada vez mais um pouco de seus seios à mostra, me deixou imediatamente de pau duro. Parecendo perceber o que se passava na minha cabeça, ela me abraça mais forte, e eu então ajeito ela de costas para mim, entre minhas pernas, e começo uma massagem. Sem pressa vou explorando sua pele, repetindo no outro ombro a mesma sessão de arrepios de tinha despertado no primeiro, puxando aos poucos o roupão para os lados, até que vejo seus dois ombros completamente expostos. Brinco um pouco com sua nuca, e ela estremece arrepiada, me deixando mais excitado ainda. Começo a descer devagar, massageando seus braços e arrastando junto o roupão, sentindo todo o perfume daquele sabonete em sua pele. Só de imaginar que a cada milímetro que eu arriava o roupão, um milímetro a mais de seus seios deveria estar aparecendo do outro lado, eu quase gozei ali mesmo. - Uhmm... faz tempo que eu não recebo isso! Faz bem gostoso, vai... Aquela voz doce, pedindo daquela maneira, ia derretendo minhas últimas barreiras. Enquanto descia, me permiti leves caricias dos dedos em seus seios, que nessa altura já estavam totalmente pra fora do roupão, e não houve nenhuma recusa da parte dela, me sinalizando silenciosamente para continuar. Seu roupão agora já estava recolhido até a cintura, e eu a ajudo a soltar os braços, quando ela então prende os cabelos, entrelaça os dedos e deixa as mãos apoiadas sobre a cabeça, realçando mais ainda sua cinturinha que naturalmente já chamaria a atenção mesmo fora daquela posição. Com os dedões fui até sua nuca, massageando toda a sua coluna dorsal, chegando até quase seus quadris. Ela acompanha suspirando profundamente e se remexendo de forma ultra sensual, com toda a pele visivelmente arrepiada. Acaricio suas coxas e quadris por cima do roupão e percebo mais uma vez que não havia nenhuma recusa da parte dela. Se eu tinha alguma dúvida sobre o que deveria fazer, ali acabou de vez. Subi até seus seios, segurando forte, que logo encheram minhas mãos. Seguro os bicos entre o polegar e o indicador, beliscando-os e sentindo eles crescerem sob meu comando. Ela geme mais, jogando o corpo sobre o meu. Eu levo minhas mãos ainda por baixo de seus braços até atrás de sua cabeça, inclinando-a pra frente para eu ir com a boca em sua nuca, quando seus gemidos e remexidos iam ficando ainda mais intensos. Solto seus dedos, estendendo seus braços e acariciando-os por inteiro, e então mais uma vez agarro forte seus peitos, enquanto continuo me deliciando naquele pescoço. Desço então para terminar de desamarrar seu roupão, me permitindo agora explorar completamente sua barriga, colo, as coxas, boa parte dos quadris e chego então à sua buceta. Fiz uma pausa enquanto segurava forte seu monte de Venus, com a outra mão segurei-a pelo queixo, e olhando em seus olhos perguntei por puro desencargo de consciência: - Tem certeza que é isso mesmo que você quer? Para chegar até onde estávamos, sua resposta já era esperada e conhecida, mas não queria continuar sem a clara sinalização e que ela queria aquilo tanto quanto eu. - Caso não tenha percebido ainda, faz tempo que eu não quero outra coisa... Tento em vão agarra-la, mas ela então se vira, jogando-se sobre mim e sentando no meu colo. Nossas bocas se entrelaçam com fome, me permitindo outra vez sentir aquela língua maravilhosa. Meus dedos partem para explorar o resto do seu corpo, soltando seus cabelos e brincando com eles, despenteando de uma forma que me dá muito tesão, e depois descendo arranhando seu pescoço, nuca e costas. Quando percebo aqueles seios bem na minha frente, dou mais um apertão e começo a chupar um deles, puxando e torcendo o biquinho do outro. Eles são firmes e grandes, não cabendo de forma alguma inteiros na minha boca, me fazendo assim percorrê-los por todos os lados para matar a vontade que eu estava de cair de boca neles. Suas aréolas rosadas, de tamanho normal, parecem até pequenas comparadas com o volume do resto, e cabem inteiras na minha boca pra uma boa e longa mamada. Seus mamilos, que eu já cobiçava desde a véspera quando os percebi tesos sob o vestido, eram especialmente durinhos e proeminentes, mais altos que a largura do meu dedo, uma delicia para beliscar, e eu adorei mordisca-los e esfrega-los pelo meu rosto. Eu não podia ficar satisfeito ali sem dar um bons chupões fortes, explicitamente deixando várias marcas em cada um deles, em lugares que ela poderia depois esconder com facilidade com um top ou soutien. Talvez um biquíni não pudesse esconder todos os hematomas que eu deixei, mas confesso que não estava preocupado com isso naquele instante. Continuei chupando-a bem forte em direção ao pescoço, orelhas e rosto, apenas tomando cuidado agora de não deixar marcas visíveis, pois naquela primavera ia ser difícil ela usar um cachecol para esconder tudo aquilo... Desci chupando toda a sua barriguinha, e ajeitando-a sobre o sofá eu finalmente chego naquela buceta linda, devidamente depilada e com um tufo do jeito que eu sempre gostei de cair de boca. Afasto suas pernas para admirar a vulva, e percorro sem pressa com a mão, dedos e língua para baixo e para cima, para dar uma conferida naquele material, dando então uma forte chupada nela e jogando suas pernas por sobre os meus ombros, acariciando-a o tempo todo, que ela responde gemendo e se retorcendo mais ainda. Giro ela cuidadosamente de barriga pra baixo, encaixando sobre algumas almofadas para deixar seu corpo bem empinado, me dando visão tanto de sua buceta quanto daquela bunda linda que agora eu cobiçava possuir. Por ainda não conhecê-la assim mais intimamente, e mesmo apesar dos fartos seios, sempre a considerei uma mulher muito esguia, e não conseguia acreditar que aquela falsa magra tivesse coxas tão bem torneadas e fortes, como pude perceber depois nas chaves de perna que tomei dela entre uma bombada e outra, sem falar de uma bunda muito bonita, gostosa e bem desenhadinha, simplesmente uma delícia que eu fiquei saboreando por um bom tempo, para explorar cada pedacinho! Não sei se fiquei mais tempo chupando seus peitos ou sua bunda, mas não queria fazer menos em nenhum deles. Com a língua e dedo, lubrifiquei seu buraquinho, e dava pra sentir ela se contorcendo e apertando meu dedo com seu ânus, enquanto eu explorava todas as preguinhas, girando o meu dedo salivado de um lado para o outro dentro dele. Tirei pra fora então o meu cacete, vesti nele uma camisinha e penetrei com vontade em sua buceta. Soquei forte, como há muito tempo não eu fazia, delirando com o barulho do seu corpo batendo no meu, e depois tirei para dar continuidade naquela bunda tão desejada. Comer aquele cuzinho foi o ápice de uma experiência que eu jamais poderia sequer cogitar, ainda mais considerando todos aqueles meses de atraso na cama. Desde pequena eu sempre achei minha filha muito bonita, e a partir de sua adolescência a achava especialmente atraente, mesmo não tendo visto com toda essa intimidade, mas ainda assim invejando um pouco os namorados que ela tentava me apresentar. Com isso, eu nunca poderia imaginar que meus sentimentos evoluiriam a ponto de deseja-la na cama, da forma que eu tanto havia fantasiado esses dias e principalmente agora possuindo ela por inteiro, de uma maneira que poucas outras mulheres haviam deixado eu experimentar antes. Ela gemia gostoso e pedia mais, queria sentir e gozar muito, e fiquei um bom tempo revezando entre sua bunda e buceta, enquanto continuava caindo de boca e dedos em cada pedaço de sua pele que estava ao meu alcance. Virei-a para cima e segurei sua cabeça com as duas mãos para engatar um beijo e continuar metendo forte nela, me mexendo bastante sobre ela para aumentar o prazer. Suas pernas cruzadas sobre mim pareciam me puxar para dentro dela, acompanhando o ritmo das bombadas. Não conseguia parar de beija-la enquanto descarregava meses de testosterona por todo o seu corpo. Quando seu primeiro orgasmo comigo chegou, tentei buscar sua língua com a boca, mas seu grito ainda assim saiu forte, me dando mais tesão. Tirei o cacete de dentro dela, arranquei como pude a camisinha e esporrei forte em sua barriga, que espalhou até seus seios. Alguns segundos de silêncio para saborear toda aquela êxtase, e então olhei para seu rosto. Com o cabelo todo bagunçado e uma cara de boneca, com olhos de quem estava gostando demais, ela se aproxima e me dá mais um beijo, ainda mais guloso que os anteriores... - Isso não vai acabar aqui não, né? A gente tem pelo menos o fim de semana inteiro, e pelo visto ainda temos muito que ensinar e aprender um com o outro... Ela me arrastou para a ducha, onde a acariciei longamente, ensaboando da melhor forma que podia aquele corpo que eu tanto desejei, e depois fomos para a cama, onde ela me massageou dos pés à cabeça com seus seios, com direito a uma caprichada espanhola. Tive que segurar muito pra não gozar tão imediatamente. Com a mesma dedicação, esfregou sua buceta em todas as partes do meu corpo, como se estivesse me dando outro banho ou como fosse um cachorro marcando território. Quando chegou no meu rosto, segurei com força pelos quadris e chupei longamente seus lábios vaginais, saboreando seus líquidos enquanto ela se rebolava e se esfregava em mim. Ela então se vira rapidamente, se reencaixando na minha boca e deixando aquela cuzinho piscando quase na minha testa, que naturalmente recebe meu dedo que insiste em ser beliscado por sua bunda, enquanto ela cai de boca no meu cacete num 69, chupando com vontade e mordiscando ao longo de todo o comprimento, enquanto apertava minhas bolas com as mãos. Não aguentei e gozei gostoso em seu rosto, e ela engoliu tudo, sem deixar uma gota de fora. Grudei minha boca em sua buceta e chupei loucamente até ela cair desfalecida de tanto gozar. Depois de quase esfolar meu cacete nela, nos aplicamos reciprocamente uma massagem relaxante, e depois largados sobre a cama, curtindo um som ambiente, parece que realmente conseguimos recuperar parte das nossas energias ali. Nem nos demos ao trabalho de sair do apartamento no resto do final de semana. Para comer, pedimos o serviço de quarto para que nem quebrar o ritmo de nossas descobertas, penduramos o ?Não Perturbe? na porta e ficamos o resto do tempo nos dedicando um ao outro. Acho que nunca chupei tanto uma mulher quanto naquela noite, acho que minha boca explorou cada pequena dobrinha de pele que ela tinha, e ela se mexendo de um lado para o outro parecia uma cobra solta na cama, onde sem piedade eu metia o cacete para mais uma vez gozar gostoso nela. Ela tinha uma maturidade tanto sexual quanto emocional que me deixaram muito impressionado. Ela não apenas trepava com vontade, mas tinha técnicas, sabia conduzir, sabia onde queria ser excitada e onde queria chegar, não aceitando menos que aquilo. O fato de ser minha filha, que poderia pesar de alguma forma, acabou ajudando com uma boa dose de intimidade, que foi necessária para a total entrega que fizemos um ao outro a partir dali. Nenhum de nós dois ligados a nenhuma outra pessoa, com um ardente desejo sexual, com uma agenda profissional extremamente difícil de conciliar com namoros, e para completar, com uma química que funcionou muito bem na cama. Não precisamos de muito tempo para entender que aquele final de semana seria apenas o primeiro de incontáveis outros. Com o tempo, era natural que tanto ela quanto eu eventualmente buscássemos outros parceiros para novas descobertas, entendendo que um dia certamente chegará alguém com quem cada um de nós dois resolvamos nos dedicar exclusivamente. Embora nunca tenhamos explicitamente combinado isso, eu sinto que mesmo nesse caso nós não dispensaríamos nossos eventuais encontros, mas enquanto isso nosso cuidado hoje é apenas de alinhar nossas agendas de trabalho para continuarmos com as aventuras entre lençóis.






TRANSEI COM MEU FILHO





Meu nome é Márcia (não há necessidade de mentir o nome, porque existem milhões de Márcias no mundo), tenho 36 anos, sou casada e tenho duas lindas filhas. Quando adolescente, tive um namorado e deste namoro tive o Rafa. Hoje, ele mora na Bahia com os avós paternos. Não convivo com este meu filho. Gostaria muito que os leitores deste acontecimento, me dessem uma orientação, uma palavra, pois, na verdade, isso mexeu com a minha cabeça.
Em setembro de 2009, fui visitá-lo e fiquei o mês inteiro lá. Acho que foi a pior coisa que fiz na minha vida. Logo que cheguei, já percebi que nossa relação é bem distante. Nem parece mãe e filho. Creio que seja porque nos vimos muito poucas vezes.
E percebi também, que ele começou a me olhar diferente, principalmente nas vezes que íamos a praia e começou a tecer alguns comentários do tipo: Nossa mãe, mesmo você tendo três filhos você tem um corpo lindo. Eu achava esquisitas essas conversas, mas ficava quieta.
O tempo foi passando a coisa foi tomando uma proporção cada vez maior. Eu fui uma imbecil de ter admitido as insinuações dele. Simplesmente, chegou ao ponto que, nos momentos em que vínhamos da praia e os avós deles não estavam em casa, íamos juntos tomar uma ducha para tirar o sal do corpo (claro que eu de biquíni e ele de calção e sem camisa). Cheguei ao absurdo de lavar minha vagina colocando a minha mão por baixo do biquíni e quando fiz isso, meu filho me perguntou uma coisa que eu fiquei sem resposta: mãe.. por que você raspa ela?? No fundo eu sei que estava cometendo um erro terrível, porém, o instinto de mulher foi maior.
Ele namora uma menina mais velha que ele. Essa namoradinha dele é uma pessoa muito difícil de lidar, briga por qualquer coisa. E por isso, iniciei aqueles conselhos de mãe. O Rafa passou a me contar algumas coisas e acho que juntando o fato de terem me colocado pra dormir no quarto dele, começamos a ter mais e mais intimidades. Não sei que loucura deu em mim, mas comecei a falar sobre a minha vida com meu marido e quando falei pra ele que faço amor praticamente todos os dias com meu marido ele me surpreendeu dizendo... é...mãe.. até eu faria... com esse corpão que você tem. Eu fiquei abismada com isso que ele falou, mas levei na brincadeira dizendo.. me respeita que sou sua mãe...
Um dia, ele chegou super triste porque tinha brigado com a namoradinha dele. Foi deitar mais cedo e eu, preocupada, também fui. Conversamos por muito tempo. Estávamos sem sono e inventamos de assistir a um filme. Sinceramente, não estava com um traje muito adequado (camisola e só de calcinha, sem sutien) e cheguei a falar isso pra ele, mas ele falou que isso que eu estava falando era pura besteira, porque sou mãe dele. Ele me chamou pra deitar um pouco na cama dele ao seu lado e assistirmos o filme. Eu percebi que ele olhava mais pro meu corpo que pro filme. Eu comecei a perceber que ele começou a se encostar de uma forma estranha em mim E não posso ser hipócrita... isso começou a me excitar, principalmente porque eu passei a sentir que ele já estava daquele jeito (excitado).
Chegamos ao absurdo de começarmos a nos entrelaçar com as pernas. Nossa... e a hora em que ele falou pra mim... ? mãe.. se suas pernas são quentes assim, imagina o resto.. e deu risada... eu não sabia onde enfiar a cara..
Não sei de onde ele tirou tanta coragem que ele começou a acariciar minha barriga e eu só falando.. Rafa.. isso não vai dar certo.. é melhor parar.. mas quem disse que ele parava...
Quando eu menos esperei, ele já estava acariciando minha vagina e num determinado momento, ele simplesmente puxou a cueca de lado e tirou o pênis pra fora e começou a roçar em uma das minhas pernas.
Eu só pensava... que merda que nós estamos fazendo....
Eu já estava subindo pelas paredes e perdi a razão completamente quando ele começou a abaixar a minha calcinha e dizendo pra mim... nossa mãe.. que vagina linda vc tem....
Mas, fui pras nuvens mesmo qdo ele começou a beijar minha barriga e ao encostar a boca na minha vagina eu tive o maior cala-frio da minha vida. Era uma sensação confusa de peso na consciência e tesão e principalmente uma vergonha inacreditável no momento em que eu gozei na boca dele. Foi incrível... ele ficou me chupando por mais de uma hora.
Depois disso, não pensávamos mais em nada. O pior de tudo é que não tínhamos camisinha e por isso, combinamos que ele não iria gozar dentro da minha vagina. Iria tirá-lo antes. 
Eu mandei que ele ficasse deitado de barriga pra cima e eu sentei em cima dele ficando de costas pra ele (tipo cavalgando). Eu delirava nessa hora. Essa posição é a que eu acho melhor e não gosto muito de ficar subindo e descendo porque cansa muito as penas. Eu prefiro ficar sentada com o pênis totalmente fincado na vagina e fazendo um vai e vem pra frente e pra trás. (cansa menos).
Não sei se por maldade ou porque não conseguiu segurar, depois de um tempinho, eu já comecei a sentir as fisgadas características que o pênis dá quando está gozando (quem é mulher sabe do que se trata). Eu fiquei possessa na hora e falei.. seu FDP.. você já encheu a minha vagina..... ele pediu desculpa e falou que não deu tempo de tirar antes...e que nessa posição que nós estávamos ele teria que me empurrar e achou que eu iria ficar brava se me empurrasse. Não sei se é fácil ou difícil para o homem tirar para gozar fora (até gostaria de uma opinião a este respeito).
Transamos durante uma semana todas as madrugadas. Eu errei muito, mas nunca tanto tesão. Podem não acreditar, mas eu molhava o saco dele do meu gozo. Ainda bem que eu tomo anticoncepcional. Se eu engravido dele, eu estou perdida.
É incrível, mas ele sabe fazer melhor que eu. Me ensinou posições que eu não imaginava existir. Tinha uma que eu ficava de quatro e qdo ele me penetrava completamente, ele começava a levantar uma das pernas sobre as minhas costas e começava a se virar até ficarmos bunda com bunda (do jeito que cachorro transa). Nessa posição eu dava várias gozadas e ele percebia isso e fazia comentários que eu morria de vergonha... do tipo: manhê... você tá que tá, enh...
Eu fiquei muito brava com ele, porque no último dia que transamos, o filha da puta me esperou dormir depois da transa e tirou uma foto do meu corpo e me mostrou dizendo que seria uma lembrança. Fiquei chateada demais com isso. Eu dei a maior bronca nele e ele me deu essa foto, mas acho que ele ficou com uma também e desconfio que ele colocou na internet, porque brincou neste sentido. Não esperava isso dele. A gente vem se falando por email e ele fica cogitando da idéia de vir morar comigo, mas sei que isso não dá certo. A minha sorte é que esta foto que ele tirou e eu a tomei dele, eu estou de costas deitada na cama, mas mesmo assim, tenho medo de cair nas mãos do meu marido e ele me reconhecer. A minha única saída é negar até o fim que sou eu nesta foto.






FLAGRA DE SUPRESA,DORMINDO





Vou contar um sonho que eu tive quando meu primo estava passando uma temporada aqui em casa.

Estava deitada no meu quarto, com a casa vazia, já estava um pouco escuro.. Só de vestidinho..de vez em qnd o vento passava a levantava um pouco o vestido, mostrando talvez mais do que deveria de minhas pernas. Meu primo aparece na porta e fica parado por um bom tempo, pensando se deve ou não entrar..até que depois da segunda levantada de vestido ele n aguenta..está morrendo de tesão, morrendo de vontade de tomar o que é seu, nem que seja à força, afinal, eu havia prometido que daria pra ele, como e quando ele quisesse...estava em seu direito exigir..
Chega bem perto da cama..admira a cena..eu estou deitadinha de lado com a bundinha empinada na sua direção..lentamente encosta sua mão sobre o meu corpo e vai deslizando até a minha cintura e depois em direção a minha bunda..e se demorar um pouco nela..levanta o vestido até minha cintura e começa a lamber com intervalos de beijos..há mt tempo ele estava desejando me ter todinha, pra lhe satisfazer da forma quisesse..
Então no meio dos carinhos, eu sinto o rastro gelado dos seus beijos pelo meu corpo..e acordo assustada. Olho bem para ele, seus olhos como um lobo sedento por sua presa...me segura pela cintura e me puxa para si..eu estava assustada...mas vc me diz: -Shiii...caladinha... vc já é minha, não tem força nem pra resistir...fica bem quietinha porque eu vou fazer o que eu quiser com vc!
Eu pedi que não..mas isso o deu mais tesão...seu pau endureceu de uma vez! Pega minha mão e o leva até ele por cima da calça. 
- Tá vendo aqui, o que vc fez comigo...agora vai ter que resolver..e fica caladinha sua puta...de mim vc n vai fugir..não quis me deixar doido pra te comer?! Ficou se insinuando um tempão? Agora vai ter que aguentar te foder a noite inteira!
Quanto mais eu implorava pra vc parar, mais vc se esfregava sobre mim com mais força. Beijava minha boca, passava a lingua pelo meu pescoço, me dando calafrios que percorriam todo meu corpo!
Mordia a minha orelha, falava putarias pra mim..passou a mão por cima dos meus seios e percebeu que eles estavam bem durinhos..deu um sorriso de satisfação e mordeu por cima da roupa meu mamilo. Abriu meu vestido e expôs meus seios, pôde constatar que meus biquinhos estavam super durinhos, morrendo de vontade de ser chupados...beijou um por um..e enquanto acariciava, chupava o outro..me dando um imenso prazer.
Enquenato passava teu pau sobre a minha vulva..pegou seu dedo indicador e enfiou na minha boca me mandando chupar. 
-Isso putinha, chupa bem direitnho vai..fica só imaginando qnd for o meu pau nessa tua boquinha,,,vai chupar bem direitnho senão vai levar tapinha até aprender!
Então com a outra mão vc abre bem as minhas pernas pra sua direção, puxa minha calcinha pro lado...e pra sua surpresa, ela está molhadinha. 
-Então quer dizer que a minha putinha tá gostando é? Tinha colocado vc pra lubrificar o meu dedo mas vejo que nem vai ser necessário..tá tão molhadinha! E diante da minha cara de constrangimento ele se sentia mais confiante e com mais desejo.
Abriu a sua calça e me mandou chupar seu pau, comecei meio devagar..meio encabulada..mas fui melhorando..passei a lingua na cabecinha, depois lambi seu pau do início ao fim, dei mordidinhas..mas quando ele enfiou seu dedo na minha bucetinha, não deu pra disfarçar mais o prazer que eu sentia...parecia que queria engolir teu pau todinho..querendo enfiar ele a todo custo na minha boca..
E ficamos um bom tempo nessa brincadeira até ele pedir pra tirar toda a roupa, inclusive a calcinha e ficar de 4 pra vc..fiquei lá..paradinha, quietinha, imaginando ele me penetrar de uma vez...quando de repente, sinto uma lingua deliciosa me comendo, me percorrendo, chupando e mordendooo...noossa..como estava deliciosoo..e quanto mais ele chegava ao meu clitóris mais eu empinava minha bundinha..então sorrateiramente devagar...molhou seu dedo com meu melzinho e sua saliva..e ficou massageando a entrada do meu cuzinho,como quem não quer nada..e eu cada vem mais sentindo mais pazer..sentir seu dedo na minha entradinha me fazia morder os lábios, minha vagina se contraía toda desejando ser penetrada com força..e então..qnd eu jah estava gemendo um pouquinho mais alto..
Ele coloca a camisinha e me manda abrir beem a minha buceta..e então me penetra, com o dedinho sempre na minha entrada, massageando circularmente, eu pesso pra parar, tirar o dedo, mas ele me diz pra ficar calma..que não vai fzr nd demais.. Me manda empinar mais a bunda e começa a socar dentro de mim cada vez mais forte..segura meus cabelos, me puxa pra perto dele de vz em quando, apertando meus seios com toda sua força, falando putaria no meu ouvido, me chamando de putinha, perguntando se eu estava gostando..então qnd está estocando cada vez mais forte aproveita a força e enfia o dedinho todo no meu cuzinhoo..eu dou um gemidinho finoo, mando tirar o dedo, mas ele não tira e passa a me penetrar com cada vez mais força e eu a gemer cada vez mais alto..e quando vc está perto de gozar, me manda ficar de joelhos e lhe chupar..e goza na minha boquinha, sujando um pouco seu pau, mas ele manda e eu obedeço...limpo ele todinho..sugando tudo..







VIRADA DE 2013 COM O PÉ DIREITO




Sobre mim, tenho, 1,58m e 52 kg, cabelos negros, olhos azuis, muito feminina, turbinada..
Eu nunca havia ficado com uma mulher, claro, sempre tive minhas curiosidades... 
Eu havia terminado com meu noivo no dia 29 desse mes (meu aniversario) e decidi sair no Reveillon pra uma cidade vizinha, onde ia ter um show. Fui com meus pais e um casal amigo meu..
Depois da virada do ano eu fui pra uma boate que ficava na pra?a onde a gente tava e meus pais e meus amigos ficaram sentados na pra?a pra descansar os pes. eu nao queria saber de fossa, ja tava um pouco zuada, mas nao tinha bebido muito e fui sozinha dan?ar.
Dentro da boate achei umas conhecidas e comecei a dan?ar o funk com elas. e chegou sozinha uma mulher masculinha, daquelas que se percebe q ? lesbica e come?ou a dan?ar comigo e eu dan?ava cada vez mais sensual pra ela e ela perguntou se tinha alguma chance de ficar comigo eu falei no ouvido dela que eu nunca havia ficado com uma mulher e ela se afastou de mim entendendo aquilo como uma nao e eu queria nuito provar o mel dela, ja fiquei louquinha de tesao. Chamei ela pra gente ir pra rua pra cvs melhor e ela topou, minhas colegas ficaram olhando atonitas comigo enquanto eu saia..
La fora cvs e ela nao me for?ou a nada eu a puxei e lhe beijei a boca, foi a sensa?ao mais gostosa da minha vida, ela era cheirosa e toda macia, boca, bra?os, rosto, toda, completamente macia..e o cabelo liso curto.. Enquanto a beijava eu me atrevi a toc?-la, ali msm na frente de todo mundo, fui subindo as maos e toquei os seios dela e ela soltou uma gemidinha m deixando louca, e perguntou o que eu queria, eu disse que nao queria romance, mas queria prazer e dali levei-a pra um motel, quando entrei tomei um banho e ela ficou me olhando pelo box tranparente.. eu nao estava com nenhuma vergonha.. como geralmente tinha com meu ex noivo.
ela estava deitada no p? da cama e me olhava com uma cara de tesao que me deixava louca, ela arrancou minha toalha e disse "deixa que eu te seco, linda", nao resisti, eu comecei beijar ela e puxar de leve seu cabelo e beijava seu pesco?o e ela gemia no meu ouvido, eu ficava louca ao ouvir aquele gemido feminino, doce e tesudo, eu comecei a massagear os seios dela e fui descendo com a boca e mamei como menina naqueles seios medios rosados e durinhos, ela colocou a mao na minha bucetinha e viu que estava pingando de tao molhada e come?ou a acariciar meu grelinho falando no meu ouvido "hum... que bctinha mais gostosa, grelinho durinho, ta molhada pra mim amor?" eu nao conseguia responder, so sabia gemer e ela enfiava o dedo na minha buceta q ja tava latejando de tesa
Fiz ela deitar e fiquei por cima dela e desci minha boca ate a bucetinha dela, bct desenhadinha, delicada e toda molhada eu comecei a mamar o grelinho dela e ela colocou a mao na minha cabe?a e come?ou a rebolar na minha lingua, eu dava lambidinhas na pontinha dps mamava com vontad e ela ficava louca, eu soquei meus dedos na bcta dela e ela gritava "soca no meu cuzinho amor", obedeci e enfiei um na bct o outro naquele cuzinho lisinho e fui socando os 2 e chupando ela e a outra mao nos seios dela, queria dar o maximo de prazer pra'quela deusa e ela gritava "para, para, para gata, eu vou gozar, para!" nao obedeci e continuei "goza no meu dedo minha deusa, goza pra mim" e continuei chupando ela e en questao de 3 chupadas ela se contorceu toda na minha mao e gemia como louca, e eu continhuei socando os dedos nela fazendo movimentos circulares la dentro e lambendo o grelinho dela.. ela me puxou e me detou iainda bamba come?ou mamar meus seios, juntou os dois e mamou como uma crian?a esfomeada e eu gemendo como louca e sentinho minha buceta latejando de prazer ela come?ou a massagear meu grelinho, que mao gostosa, eu arranhava aquela pele macia e ela foi descendo e e me chupando ate chegar na minha grutinha toda molhada, ela foi com muita vontade me chupando e eu tremendo naquela boca gostosa, separou os labios da minha buceta e come?ou a me chupar, mamava meu grelinha pedinda pra eu gozar na boca dela "goza na minha boca delicia, sou sua mulher agora" e eu pirava nas palavras dela e eu pedi pra fazermos um 69 ela veio e arreganhou aquelas pernas com a bctiha molhada na minha boca e nos duas nos chupamos ao msm tempo, ela me chupava e eu abri a bunda dela e chupei o cuzinho dela, eu enfiava o dedo e a lingua nele, ela gemia e na hora em que ela socou o dedo no meu cu e eu no dela gememos as duas como loucas e coloquei os dedos nos 2 buraquinhos dela e ela nos meus, nossas bcts escorrendo de tao molhadas gozamos uma na boaca da outra aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah que delicia, nunca gozei tao gostoso na minha vida.
depois disso tomamos um banho com algumas chupadinhas.. eu nao conseguia largar aquela deusa, musa, rainha e dormimos, ela deitada em meu peito com aquela essencia feminina maravilhosa..
de manha rolou mais coisas, mas isso ? pra outro conto.
espero que tenham gostado, pois nunca havia escrito um conto e esse ? todo real.
espero q vc tenha gozado muito.





UMA BRINCADEIRA VIROU PRAZER





oi....meu nome é simone , tenho 38 anos , casada , mae de 2 filhos . bom ...o que vou contar aconteceu comigo uns 2 anos atras , antes de casar , eu tive experiencias sexuais com mulheres e até hoje tenho amizades com algumas delas.Estava eu fazendo meu cabelo no salao de beleza de uma das minhas amigas , o salao estava vazio , tinha dois travestis amigos nossos , eu , Andreia e uma amiga da Andreia que nao lembro seu nome. A conversa estava pra lá de animada , eu e Andréia provocava os travestis dizendo que nois duas fariamos eles virarem homens , e que queriamos ver o tamanho de seus pintos , mostravamos os seios a eles ...mas tudo em tom de brincadeira , quando a amiga da andreia foi pra cima de um deles ...o mais alto e mais parecido de mulher e começou a passar a mao por cima da calça dele e provoca-lo ....Andreia percebeu que aquilo ia dar algo e entrou na brincadeira e foi pra cima do outro travesti e ajoelhou em frente dele e começou a provocalo tambem ...esse por sua vez , deixou a coisa rolar pra ver até onde a coisa ia dar e Andreia .....nossa , quando lebro nao acredito....abriu as calças dele e colocou o pinto da biba pra fora...mostrando pra nós duas e falava ..."VOU CHUPAR ESSE PINTO PRA VER SE ELE DÁ SINAL DE VIDA" e dava risada .....a biba levantou e falou "VAMOS ALI ATRAZ QUE EU DEIXO VC CHUPAR ELE " e foi andando e entrou na sala nos fundos do salao e Andreia foi atras rindo e falando "É HOJE QUE FAÇO ESSE MENINO VIRAR HOMEM" efoi atras dele ...eu como sou curiosa e aquilo tava ficando exitante , fui atras e lá estava Andreia chupando o menino ...ele sentado no sofá e ela ajoelhada na frente dele mamando com vontade ....aquele pinto que até entao estava murchinho ..foi ganhando proporçoes e deixou eu com agua na boca ....era lindo o pinto daquele menino .....ajoelhei do lado da Andreia e comecei a acariciar os seios dela ...passava a mao nas costas ....ANDREIA foi se ajeitando pro meu lado e aquilo foi pegando fogo ....fui tirando as calças dela e depois a calçinha que ja tava toda molhada ...ANDREIA estava curtindo aquilo mais do que nunca ...pois nao largava o pinto do menino .......comecei a passar a mao na sua boceta ...ela de 4 mamando e aquele bundao na minha cara ....começei a passar a ligua na sua bunda ....e fui lembendo e enfiando o dedo nela ....ANdREIA começou a gemer alto e chamou a atençao do outro travesti que estava lá fora com a ouitra moça e entru na sala tambem e se assustou com a cena " UIII , VCS DUAS SAO FODA ..PAREM COM ISSO ", ANDREIA ..largou o pau do menino e falou "SENTA AI ..QUE AGORA É A SUA VEZ " , o rapaz falou " NEM MORTA ...EU GOSTO É DE HOMEM " ai andreia disse: "ENTAO VEM AQUI E CHUPA SEU AMIGO COMIGO " o menino ficou pensativo por alguns segundos e nao se fez de rogado ....ajoelhou junto de ANDREIA e começou a chupar o amigo ....ANDREIA sentou do lado e abriu as pernas e começei a chupa-la ..e enfiar meu dedo na buceta dela ...ela estava louca de tesao...eu tambem estava cheia de tesao ..porem ainda estava de roupa e morrendo de vontade de ser chupada por ANDREIA ...me 

levantei ..tirei meus sapatos ...tirei minha parte de baixo e falei pra ANDREIA .." ME CHUPA ...NAO TO AGUENTANDO DE VONTADE DE SENTIR SUA LINGUA " sentei no braço do sofa ..abri minhas pernas e ela caiu de boca me chupando ...quando o menino se levantou ...com aquele pau lindo e foi atraz da andreia....ANDREIA se assustou e falou " NAO ..VC ESTA LOUCO " e foi empurrando o menino pra traz ...o menino disse " VC NAO QUERIA FAZER EU VIRAR HOMEM? QUERO EXPERIMENTAR PRA VER SE É BOM " que cena linda ...ANDREIA olhou pra mim ...arregalou e fechou os olhos e mordeu os labios e se inclinou ....o menino se posicionou e colocou aquela vara linda na boceta de ANDREIA ...ela curvou a cabeça pra traz.com os olhos fechado e abriu a boca soltando um gemido maravilhos ....depois de alguns segundos curtindo o menino ...ANDREIA voltou a me chupar gostoso ...enfiava o dedo em mim e fazia movimentos de vai e vem igual a do menino nela ....o menino nao aguentou muito tempo e gozou dentro dela ....nossa ..quanto esperma descia de dentro dela ...o menino tirou o pau pra fora e sentou exasto no sofa ....com aquela maravilha toda melada e dura ...o outro rapaz ..nao perdeu tempo e meteu a boca no amigo ...ANDREIA peguntou se eu nao queria experimentar aquela vara deliciosa....mas disse que nao ...que eu tava com saudades era da sua ligua ..que fazia muito tempo que nao nos encontravamos para isso ...ANDREIA pergutou para o menino se ele queria me chupar para ele sentir um gosto diferente ...ele demorou para responder , entao levante ..passei o pé por cima dele e sentei na cara dele com a bunda virada para ANDREIA ...que começou a morder minha bunda e passar o dedo no meu anus ...ewu adoro ser acariciada no anus ...foi me dando um tesao danado ..começei a esfregar minha boceta na lingua do menino ... ANDREIA foi enfiando o dedo em mim ...aquele dedo estava doendo ..mas o tesao era tanto que nem reparei que tava todo entalado no meu rabo ...o menino nao aguento e gozou na boca do amigo e eu gozei como nunca sendo chupado por aquele menino afeminado ..de mais ou menos 20 anos e o dedo da ANDREIA atolado em mim ....QUE DELICIA DE EXPERIENCIA ....isso durou uns 30 minutos ....mas parecia uma eternidade ....quando acabou e caimos em si ...lembramos que estavamos no salao ...ai vimos que a amiga da ANDREIA estava na porta nos observando o tempo todo e tomando conta do salao ...para nossa sorte ..nao apareceu nenhuma cliente da ANDREIA . fui para casa sem fazer meu cabelo ...minha filha estranhou quando cheguei e perguntou ....inventei uma desculpa esfarrapada e fui tomar banho ....depois desse dia ..nunca mais vi o menino do pau bonito .....mas o outro ta sempre no salao da ANDREIA e sempre brincamos com ele que ele será o proximo a virar homem .....esse acho que nao tem jeito.










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